As vendas de smartphones no Brasil em 2012 dispararam 78 por cento sobre o ano anterior, para 16 milhões de unidades, segundo levantamento da consultoria IDC divulgado na última semana.
No mercado como um todo, foram vendidos 59,5 milhões de telefones celulares. Deste total, 43,5 milhões foram de aparelhos comuns, sem aplicativos de dados.
Segundo o IDC, a tendência é que a participação dos telefones inteligentes no total siga crescendo. A expectativa da consultoria é de que o Brasil será o quinto maior mercado de smartphones este ano, atrás de China, Estados Unidos, Reino Unido e Japão. A Índia deve ficar na sexta posição.
Para o analista da IDC Leonardo Munin, a principal alavanca para o crescimento dos smartphones no Brasil é a queda nos preços dos aparelhos, tendência que deve se consolidar com os incentivos fiscais para a produção no país.
“Além disso, as operadoras estão aumentando o foco na venda deste tipo de aparelho, já que há uma oportunidade na venda de serviços, como por exemplo, pacote de dados”, afirmou Munin, em relatório.
Em janeiro, o mercado de celulares no Brasil teve queda de cinco por cento ante dezembro. No entanto, o segmento de smartphones cresceu cerca de três por cento, segundo a IDC.
]]>“O número de usuários com smartphone era de 1,1 bilhão no fim de 2012 e calculamos que alcançará 3,3 bilhões até o fim de 2018″, afirma o relatório anual do grupo sueco.
De acordo com a Ericsson, atualmente os smartphones representam entre 15 e 20% dos telefones celulares em uso no mundo, mas a parcela deve aumentar nos próximos anos.
“O tráfego móvel de dados aumenta de maneira exponencial. Em 2012 dobrou e entre 2012 e 2018 deve multiplicar por 12″, destacou a Ericsson.
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Ao fim de 2012, o mundo alcançou a marca de 6,3 bilhões de conexões móveis e 4,4 bilhões de usuários (alguns têm mais de uma linha). Somente no quarto trimestre houve uma adição líquida de 140 milhões de conexões móveis. A liderança nesse aspecto ficou com a China, com 31 milhões de adições líquidas entre outubro e dezembro, seguida pela Índia (11 milhões), Bangladesh (9 milhões), Indonésia (8 milhões) e Nigéria (5 milhões).
A quantidade de conexões de banda larga móvel aumentou em 150 milhões no quarto trimestre no mundo todo, alcançando um total de 1,5 bilhão. Isso representa um aumento de 50% em comparação com o quarto trimestre de 2011.
Aproximadamente 40% dos celulares vendidos no mundo em 2012 foram smartphones. Em 2011, esse percentual girou em torno de 30%. Considerando a base instalada total do mundo, a proporção de smartphones está entre 15% e 20%, segundo a Ericsson.
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No último trimestre de 2012, os smartphones representaram 50% dos aparelhos celulares embarcados no mercado. Desse percentual, 34% dos aparelhos rodam com sistema Android e 11% com iOS, segundo revelou o estudo da Canalys divulgado pela Exame.
Considerando exclusivamente o mercado de smartphones, os aparelhos Android apresentam 69% de market share, com 216,5 milhões de aparelhos embarcados. A Samsung teve um trimestre muito forte, crescendo 78%. A fabricante coreana embarcou 74 milhões de smartphones a mais que a Apple no mercado, consolidando-se em primeiro lugar no ranking de fornecedores de forma avassaladora.
A Apple teve 101 milhões de aparelhos embarcados e, com o seu iOS, passou de 15% para 22% da participação no mercado, com o lançamento do iPhone 5. A Nokia continua a ser o número três no ranking de fornecedores, com o embarque de 35 milhões de unidades de aparelhos. Já os fornecedores chineses da Huawei, ZTE, Lenovo e Yulong cresceram três dígitos percentuais, cada.
A Sony caiu do top cinco no período, dando espaço para a Lenovo, fornecedor que mais cresceu entre os smartphones, com um impressionante crescimento anual de 216% e 9,5 milhões de unidades embarcadas. Cerca de 98% dos embarques da Lenovo direcionaram-se para a China e outros mercados emergentes.
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Com a expansão da rede LTE no mundo, aumenta também a demanda por novos aparelhos no mercado. De acordo com estudo divulgado nesta segunda-feira, 4, pela associação global de fornecedores móveis (GSA) e veiculado pela Exame.com, houve um crescimento de 360% nos lançamentos de smartphones compatíveis com a tecnologia de quarta geração no mundo em relação ao ano anterior. Atualmente, o total é de 666 dispositivos fabricados por 87 empresas, mas o número inclui variedades do mesmo modelo em frequências e operadoras.
A GSA diz que cerca de 400 novos aparelhos LTE foram lançados somente no ano passado, com crescimento de 52% no número de fabricantes.
Sem maiores surpresas, a categoria com mais dispositivos compatíveis com a rede 4G é a de smartphones: 221 novos handsets. Do total de 666 produtos, 450 aparelhos podem também operar em redes HSPA, incluindo 201 devices que incorporam capacidades HSPA+ e 193 produtos capazes de operar em sistemas EV-DO (parte da família CDMA2000).
O total de tablets LTE quase triplicou em 2012 segundo a GSA, totalizando agora 53 dispositivos no mercado mundial. Além disso, há duas placas para PC, quatro femtocells, 19 notebooks, 64 módulos, 102 modems (dongles) e 201 roteadores compatíveis com a tecnologia 4G.
Frequências
Dividindo por frequência, a mais popular continua a ser a de 700 MHz, adotada pelo mercado norte-americano e compatível com 284 dispositivos nas bandas 12, 13, 14 e 17. Há também 180 aparelhos em 2600 MHz (espectro escolhido pela Anatel para operações LTE no Brasil); 137 dispositivos em 800 MHz; 153 em 1800 MHz; 112 tribanda (800 MHz, 1800 MHz e 2600 MHz simultaneamente); 107 dispositivos para 2100 MHz; e 147 para AWS (faixa de 1700 MHz utilizada nos Estados Unidos e Canadá após refarming da banda usada pelo serviço MMDS).
Como frequência mais popular no mundo de acordo com a própria GSA (que afirma que 40% das operadoras no mundo a utilizam), a faixa de 1800 MHz praticamente triplicou em número de aparelhos compatíveis em relação a 2011. A entidade afirma que aparelhos capazes de operar simultaneamente nas bandas 800 MHz, 1800 MHz e 2600 MHz poderiam ser utilizados em 55 países, ou mais de 80% das nações onde o serviço de LTE foi comercialmente lançado.
O estudo conclui ainda que 124 aparelhos podem operar no modo TDD do padrão LTE e que as bandas 38 (2,6 GHz) e 40 (2,3 GHz) possuem o maior ecossistema de dispositivos para usuários, embora o suporte para as bandas 41, 22, 42 e 43 “esteja crescendo”.
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Nos EUA, berço da Apple, o mercado de smartphones ainda é liderado por iPhones, pelo menos é o que garante o relatório apresentado pela Kantar Worldpanel Comtech e divulgado pelo ProXXIma. Segundo o estudo, no último trimestre o IOS da Apple representou 51% das vendas de smartphones no país – enquanto o Android absorveu 45%, seguido pelo Windows Phone, da Microsoft, com 2,6%.
De acordo com a Kantar, o percentual de usuários norte-americanos do Android que migraram para iPhone foi de 19% em 2012 – 10% a mais em comparação com 2011. Porém, o Android ainda representa a maior quantidade de smartphones vendidos no mundo – incluindo os principais países, como Inglaterra, China, Espanha, Austrália e Alemanha.
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Nos próximos anos, uma das apostas dos maiores sites de vendas online como Amazon, eBay e Gilt será o mobile commerce, pelo menos é o que indica a pesquisa realizada pela Forrester Research e divulgada pelo Mashable. O estudo mostra o crescimento deste dispositivo de vendas nos EUA e projeta para os próximos cinco anos um faturamento de US$ 31 bilhões anuais – valor que representa um aumento de 33% nas vendas via mobile.
A pesquisa aponta que hoje, para a maioria das empresas varejistas, as vendas via mobile representam apenas 1,5% do faturamento online. De acordo com o estudo, dos 132 milhões de americanos que possuem um smartphone com conexão a web, apenas 25% efetuou uma compra por celular em 2012. Porém, segundo a Forrester, as vendas por celular quadruplicarão e as empresas devem começar a investir no setor para que não percam clientes em um futuro próximo.
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O mercado de produtos eletrônicos deve se recuperar este ano em nível mundial impulsionado pelo incremento das vendas de tablets e smartphones, preveem analistas.
Os gastos mundiais com telefones, aparelhos de informática e televisores deve crescer 4%, em 2012, e alcançar a cifra de 1,1 trilhão de dólares, estimou a associação do setor CEA e a empresa GFK, a dois dias do lançamento da mostra Consumer Electric Show (CES), dedicado ao segmento em Las Vegas, nos Estados Unidos.
Depois de um ano complicado que registrou um retrocesso de 1% nos gastos com produtos eletrônicos, espera-se que o consumo em 2013 se mantenha estável com um crescimento de apenas 1%, ou até mesmo uma contração de 1% na Europa.
O crescimento deve ser impulsionado principalmente pelos mercados emergentes, sobretudo os asiáticos, onde o setor deve crescer 9% e alcançar 490 bilhões de dólares, o correspondente a 44% dos gastos mundiais, avaliam os especialistas.
Ainda que o anúncio do incremento mundial de vendas seja considerado “modesto”, alguns segmentos do mercado deverão ser “explosivos”, destacou Steve Bambridge, analista de GFK, em coletiva de imprensa.
Mais da metade das vendas serão de aparelhos celulares com conexão à internet. O destaque ficará com os smartphones e tablets eletrônicos, que devem ter um avanço este ano de 22% e 25%, respectivamente.
“Os tablets e os smartphones dominam o mundo eletrônico em qualquer lugar”, insistiu Steve Koen da CEA. Nos países emergentes, as vendas serão beneficiadas por uma oferta maior de produtos, principalmente com aparelhos mais baratos.
Este entusiasmo é possível em detrimento de outros produtos: o consumidor desiste, por exemplo, de comprar mais uma televisão ou opta por levar um tablet e acaba desistindo de adquirir uma câmera fotográfica porque considera que seu telefone inteligente satisfaz todas as suas necessidades.
“É verdade que existe uma certa canibalização de outros segmentos, mas estes produtos inovadores também ajudaram a transformar o mercado e a acelerar seu crescimento”, salientou Bambridge da GFK.
Já Shawn Dubravac, analista da CEA, ressaltou que o formato dos notebooks, que pouco mudou nos últimos 20 anos, estava começando a modificar influenciado pelos tablets.
Segundo ele, uma das tendências são as diferentes formas dos computadores com experiências dos fabricantes que propõem aparelhos híbridos entre um computador e um tablet, por exemplo, que podem ter telas giratórias.
“Entramos na era do pós-telefone inteligente”, anunciou Dubravac. Ele explicou que o telefone serve cada vez menos para fazer ligações e tem cada vez mais utilidades.
O salão de informática serve de vitrine também para tablets que se convertem numa plataforma com inúmeros aplicativos e serviços.
Os mais de 3 mil expositores do maior evento de informática do mundo devem apresentar aparelhos que, por exemplo, medem a pressão ou pulsação dos usuários e transmitem os dados automaticamente a um aparelho móvel.
O CES é realizado entre os dias 8 e 11 de janeiro, mas os eventos para os meios de comunicação já começaram neste domingo.
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É tempo de mudanças. Chegou a hora das empresas darem adeus àquela ideia de criar um joguinho para celular com a própria marca, e assimilar que mobilidade deve estar no centro do planejamento da estratégia do seu negócio. Concluindo: se sua empresa ainda não considera mobile como estratégico, você já está em risco.
Desde 2007, com o nascimento do iPhone, pode-se afirmar que o mercado mobile viveu sua corrida do ouro. Muitos investimentos sem qualquer estratégia clara e visão de médio e longo prazo foram realizados com o objetivo de fincar uma bandeira neste novo território. 2012 foi o primeiro ano em que foi possível enxergar sinais de maturidade desse mercado. As empresas que conseguiram acordar para este novo paradigma multitelas estão cada vez mais conscientes e já começaram o trabalho de desenhar verdadeiras estratégias com foco em retorno concreto para seus negócios.
Pode parecer clichê sugerir mobilidade como estratégia, mas é gritante a escassez de investimento pelas empresas em preparar seu negócio para o mundo mobile. Já é realidade em muitos lugares do mundo o acesso primário à internet pelo meio móvel, ou seja, em pouco tempo, o celular será o principal meio de acesso à internet, o que significa que será mais importante ter uma estratégia mobile integrada do que sua velha estratégia que só funciona na Web. Os consumidores, mais do que nunca, vão exigir uma experiência altamente integrada na medida em que eles se movem da Web, para o celular, e vice-versa.
O fato é que a estratégia mobile é necessária para qualquer tipo de negócio. Obviamente negócios B2C tem um nível de urgência ainda maior em se posicionar no mundo mobile, uma vez que o celular está se tornando o único ponto de contato universal com todos os consumidores.
Contudo, negócios B2B, indústrias e empresas de infraestrutura também precisam considerar a mobilidade como estratégica, uma vez que isso será fundamental para manterem-se competitivas na guerra pela melhor performance operacional.
E como criar uma estratégia mobile? Não existe uma única fórmula pronta, mas é possível traçar etapas fundamentais que delinearão o sucesso: identificar seus públicos-alvo de clientes (atuais e potenciais), sejam eles externos ou internos; interagir pessoalmente com o público com o fim de aprender quais são seus segmentos, suas necessidades e seus problemas reais. Estabelecer soluções mobile para atender a essas necessidades e resolver esses problemas deve ser o objetivo central da sua estratégia.
Com base nessa visão já é possível definir quais serão os objetivos de negócio em termos de métricas para o seu novo canal. Nesse momento, é imperativo identificar quais são os canais de distribuição mais adequados para atingir esse público: se iPhone for a primeira ideia que aparecer, vale lembrar o dado que apenas 0,4% da base de celulares no Brasil possui a maçã gravada nas costas, portanto esteja muito atento aos perfis de celulares que seu público tem nas mãos. Por fim, é hora de determinar quais serão os fatores para conscientizar seu público do valor que você está entregando pelo canal mobile.
Em 2013, o terreno para investimentos mobile estará bem mais fértil e essa pode ser a melhor chance de estabelecer uma visão estratégica de como sua empresa se posicionará frente a esse canal.
]]>Em meados de novembro, a Millward Brown, agência de marcas do WPP Group, publicou extensa pesquisa global para avaliar como os usuários de smartphones e tablets reagem à publicidade mobile. Juntamente com suas unidades de pesquisa Dynamic Logic e Firefly, a Millward entrevistou mais de seis mil usuários de devices móveis em 18 países, entre eles o Brasil, e chegou a conclusões interessantes que podem orientar os anunciantes sobre as atitudes do valioso target (serão 1,5 bilhão de usuários mobile em 2013), e as táticas para publicidade, apps e sites que permitam um engajamento mais eficaz desses consumidores com as marcas.
Veja abaixo algumas conclusões do estudo, entitulado AdReaction 2012 – Marketing in the Mobile World:
. Apenas 23% dos usuários globais de smartphones e tablets são favoráveis à publicidade mobile.
. Na comparação com os 15 principais países, a média de usuários “muito” ou “parcialmente” favoráveis à publicidade mobile é maior entre os proprietários de tablets (29%) do que de smartphones (23%). A receptividade é maior em regiões menos desenvolvidas (África e Índia). O Brasil reproduz as médias mundiais tanto em relação a smartphones como a tablets, ficando em quinto e sexto lugares dos rankings de favorabilidade dos respectivos devices.
. Na mídia social, os news feeds podem ser o caminho mais fácil para marcas com grande número de fãs ou seguidores se engajarem com os consumidores mobile.
. A publicidade mobile em geral tem maior impacto sobre todas as métricas de marca do que a publicidade online.
. Dos usuários que vêm um anúncio mobile, 33% visitam o site da marca, e 31% pesquisam sobre ela.
. Os usuários mobile são mais receptivos a serviços ou informações recebidos de sites de compra online (37%), de jornais e revistas (32%) e de restaurantes locais (32%).
. Os aspectos mais desejáveis em sites mobile são carregamento rápido (64% dos respondentes), boa visibilidade (53%) e facilidade de busca (47%).
. Os melhores apps são gratuitos (59%), de rápido download (54%), e facilmente encontrados em app stores (32%) e sites das marcas (31%).
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